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| “Capitalismo moral”: Gestão de imagem e agenda da inclusão e da diversidade nas políticas de comunicação organizacional | |
| Manoela Pagotto Nodari1  José Antonio Martinuzzo2  Rosane Vasconcelos Zanotti3  | |
| [1] fotografia;Jornalista pela UFES, tem Mestrado e Doutorado em Comunicação pela UFF, onde fez pós-doutorado em Mídia e Cotidiano. Professor Associado do Departamento de Comunicação Social UFES e pesquisador dos grupos Sociedade Midiatizada e Práticas Comunicacionais Contemporâneas (Líder), Laboratório de Comunicação e Cotidiano – ComC (Líder), Laboratório de Estudos em Criatividade e Tendências – LECET, e Núcleo de Estudos e Experimentações do Audiovisual no Contexto Multimídia - Multis/UFF. Membro da Escola Lacaniana de Psicanálise de Vitória. Dentre outros livros, é autor de Seis Questões Fundamentais da Comunicação Organizacional Estratégica em Rede, Seis Questões Fundamentais da Assessoria de Imprensa Estratégica em Rede (ambos pela Ed. Mauad) e Os Públicos Justificam os Meios (Ed. Summus).Email: martinuzzo@hotmail.com;Professora do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), desde 2005. Pesquisadora dos grupos Laboratório de Comunicação e Cotidiano – ComC, Laboratório de Estudos em Criatividade e Tendências – Lecet e Sociedade Midiatizada e Práticas Comunicacionais Contemporâneas. Áreas de atuação e temas de pesquisa: design; | |
| 关键词: comunicação organizacional; gestão de imagem; diversidade; inclusão; capitalismo; | |
| DOI : | |
| 来源: DOAJ | |
【 摘 要 】
Historicamente, o campo da comunicação organizacional não se vincula a causas sociais e político-culturais relativas a direitos humanos e civis de minorias e populações marginalizadas, como de resto o próprio capitalismo, ao qual se vincula fortemente. Mas um fenômeno recente vem mudando esse paradigma, com o investimento crescente em ações comunicacionais pautadas na inclusão e na diversidade. Ademais do fato dessa quebra de tradição, vale ressaltar que a novidade ocorre num tempo em que se observa um crescente movimento planetário de conservadorismo e de rupturas na democracia liberal no âmbito político-institucional. Com revisão teórico-conceitual e por meio de observação direta intensiva de casos, propõe-se uma análise crítica acerca das estratégias incomuns de comunicação organizacional focadas num movimento que o senso comum já nomeia como “capitalismo moral”.
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