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Revista Brasileira de Ciência do Solo
Resposta da soja à adubação potássica em latossolo húmico distrófico num período de doze anos
E. E. Scherer1 
[1] ,EPAGRI Centro de Pesquisa para Pequenas Propriedades Chapecó SC
关键词: Glycine max (L.) Merrill;    produção de grãos;    potássio;    disponibilidade;    efeito residual;    Glycine max (L.) Merrill;    grain yield;    potassium;    availability and residual effect;   
DOI  :  10.1590/S0100-06831998000100007
来源: SciELO
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【 摘 要 】

A capacidade de suprimento de potássio do solo, a resposta da soja à adubação potássica e o efeito residual do adubo foram determinados em um experimento no campo, conduzido, por doze anos consecutivos, em um Latossolo Húmico de Santa Catarina. Os tratamentos constaram de quatro doses de K2O (0, 80, 160 e 320 kg ha-1), distribuídas a lanço e incorporadas ao solo, nas parcelas, somente no primeiro ano de cultivo; três doses de K2O (0, 40 e 80 kg ha-1), aplicadas a lanço, anualmente, nas subparcelas, a partir do quinto ano de cultivo, e um tratamento adicional, com aplicação anual de 40 kg ha-1 de K2O, no sulco. Avaliações de K no solo e de rendimento de grãos foram feitas anualmente. Nos primeiros quatro anos, não houve resposta da cultura à aplicação de K. A partir do quinto ano, as respostas à adubação potássica anual foram crescentes. Na média das doze colheitas, cada quilograma de K2O, aplicado ao solo no primeiro ano, resultou num acréscimo médio de 18 kg ha-1 de grãos de soja. Uma aplicação anual de 60 kg ha-1 de K2O foi suficiente para manter a produtividade da cultura acima de 90% da produção máxima.

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