| Jornal de Pediatria | |
| Rastreio de patologia respiratória em crianças em idade escolar com o uso de espirometria portátil | |
| Carolina Constant2  Isabel Sampaio2  Filipa Negreiro1  Pedro Aguiar1  Ana Margarida Silva1  Marisa Salgueiro1  Teresa Bandeira1  | |
| [1] ,Clínica Universitária de Pediatria Hospital de Santa Maria Centro Hospitalar Lisboa NorteLisboa,Portugal | |
| 关键词: Questionário; sibilância; asma; espirometria portátil; Questionnaire; wheezing; asthma; portable spirometry; | |
| DOI : 10.1590/S0021-75572011000200007 | |
| 来源: SciELO | |
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【 摘 要 】
OBJETIVOS: Avaliar a prevalência de doença respiratória em crianças em idade escolar e determinar o valor da espirometria de campo. MÉTODOS: Avaliaram-se 313 alunos do primeiro e quarto ano de quatro escolas de Lisboa. Aplicou-se questionário respiratório auto-preenchido, e efetuou-se espirometria. Realizou-se análise descritiva e bivariada seguida de análise de regressão logística múltipla. RESULTADOS: Trinta e cinco por cento das crianças tiveram pelo menos um episódio de sibilância (18% > 2 episódios), e 4% tiveram diagnóstico de asma. Sibilância foi mais frequente com história familiar de atopia (OR ajustado = 2,7, IC95% 1,4-5,1), tabagismo na gravidez, infecção respiratória baixa (IRB) (OR ajustado = 2,8; IC95% 1,2-6,2), bronquiolite (OR ajustado = 3,3; IC95% 1,3-8,2) e alergia a aeroalérgenos (OR ajustado = 3,2; IC95% 1,4-7,2). Asma foi mais frequente com história de IRB (OR ajustado = 14,6; IC95% 1,7-122,9) e alergia a aeroalérgenos (OR ajustado = 8,2; IC95% 2,0-34,2). Cento e sessenta e nove (54%) valores espirométricos preencheram critérios de aceitabilidade. O grupo com sibilância tinha em média valores de escore z inferiores para volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1), razão entre VEF1 e capacidade vital forçada (CVF) (VEF1/CVF) e fluxo expiratório forçado entre 25 e 75% (FEF25-75) (p < 0,05), além de maior percentagem de crianças com valores anormais para VEF1, VEF1/CVF e FEF25-75 (FEF25-75, p < 0,05). CONCLUSÕES: Este estudo piloto revelou frequência elevada de sintomatologia respiratória obstrutiva em escolares em Lisboa. Verificou-se boa correlação entre o questionário e os valores espirométricos. A baixa prevalência de asma leva-nos a especular que este diagnóstico esteja subestimado nesta população.
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