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Brazilian Journal of Physical Therapy
Avaliação das variáveis clínicas e neurocomportamentais de recém-nascidos pré-termo
Vc Barbosa1  Ckmr Formiga2  Mbm Linhares1 
[1] ,Universidade Estadual de Goiás Departamento de Fisioterapia Goiânia GO
关键词: neurocomportamento;    pré-termo;    aspectos clínicos;    desenvolvimento infantil;    neurobehavior;    preterm;    clinical characteristics;    development;   
DOI  :  10.1590/S1413-35552007000400006
来源: SciELO
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【 摘 要 】

OBJETIVOS: Avaliar as variáveis clínicas e neurocomportamentais do desenvolvimento de recém-nascidos pré-termo. MÉTODO: Estudo transversal com amostra de 21 recém-nascidos, com idade gestacional média de 32 semanas (± 1,7) e idade cronológica média de 27 dias (±15,2), de ambos os sexos, avaliados na internação hospitalar. Foi utilizado roteiro de anamnese para a coleta dos dados sobre a gestação, parto, complicações desenvolvidas e Neonatal Medical Index (NMI). Os recém-nascidos foram avaliados pela Neurobehavioral Assessment of the Preterm Infant (NAPI) em sete categorias: sinal de cachecol, desenvolvimento motor e vigor, ângulo poplíteo, alerta e orientação, irritabilidade, choro e percentual de sono. Os dados foram analisados no programa SPSS® com base na estatística descritiva (freqüências, médias e desvios-padrões), teste t de Student para comparação de grupos (amostra do estudo com amostra normativa NAPI) e teste de correlação de Spearman (variáveis clínicas e categorias da NAPI). RESULTADOS: O desempenho dos recém-nascidos pré-termo apresentou diferença estatisticamente significativa em relação ao do grupo normativo NAPI nas varáveis sinal de cachecol, desenvolvimento motor/vigor e choro. O NMI correlacionou-se negativamente com o sinal cachecol (r= -0,60), o estado comportamental alerta inativo correlacionou-se positivamente com o desenvolvimento motor e vigor (r= 0,59) e com a qualidade do choro (r= 0,71). As complicações maternas mais freqüentes foram infecção genitourinária (47%) e hipertensão arterial gestacional (24%), e as neonatais foram síndrome da membrana hialina (86%), infecção neonatal (57%) e hiperbilirrubinemia (47%). CONCLUSÃO: A avaliação neurocomportamental e os dados clínicos são variáveis que devem ser estudadas quando se trabalha com recém-nascidos em risco para atraso no desenvolvimento.

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